Intenção
Nada no seu visual acontece "sem querer".
A roupa que você escolheu, o tênis que colocou, o caimento que ignorou. Tudo ajuda a construir a forma como você chega nos lugares.
Até o "peguei qualquer coisa" é uma escolha.
Consultoria de imagem masculina
E definitivamente não significa falta de roupa ou de dinheiro.
É quando você se veste no automático. Repete as mesmas soluções há anos, compra sem saber muito bem por quê
e acaba sempre parecendo uma versão um pouco menos interessante de você mesmo.
O problema é que, enquanto você não presta muita atenção nisso, quem olha pra você presta.
Seu trabalho mudou. Sua rotina mudou. Os lugares que você frequenta mudaram. Talvez seu corpo também.
Mas boa parte das escolhas no seu armário continua vindo de uma versão sua de alguns anos atrás.
A roupa ainda serve. Só talvez não represente mais.
Uma camisa aqui. Um tênis ali. Aquela peça que parecia ótima na loja.
Individualmente, nada está necessariamente errado. O problema aparece quando tudo precisa conversar, e você descobre que tem um armário cheio de roupa e pouca coisa que realmente funciona junto.
A mesma calça. O mesmo tênis. A mesma camiseta. O lukizinho todo preto quando precisa parecer mais arrumado.
Não porque seja exatamente o que você gostaria de vestir, mas porque você sabe que pelo menos não vai dar muito errado.
Também não vai dar muito certo.
Tem jantar? Pega qualquer coisa. Reunião importante? Coloca uma camisa. Casamento? Compra um blazer. Viagem? Joga metade do armário na mala.
Funciona? Funciona.
Mas existe uma diferença enorme entre estar vestido e estar bem vestido. E é justamente aí que costuma morar o estilinho meia-boca.
Você já faz escolhas sobre a sua imagem todos os dias, mesmo quando acha que não está fazendo escolha nenhuma.
A diferença é fazer isso no automático ou com intenção.
Nada no seu visual acontece "sem querer".
A roupa que você escolheu, o tênis que colocou, o caimento que ignorou. Tudo ajuda a construir a forma como você chega nos lugares.
Até o "peguei qualquer coisa" é uma escolha.
Ter mais roupa não resolve.
Critério é saber o que funciona para você, o que vale comprar, o que pode sair do armário e por que algumas combinações simplesmente funcionam melhor que outras.
Menos tentativa e erro. Mais acerto.
Você não precisa entender de moda.
Precisa ter referências suficientes para não recorrer sempre às mesmas soluções, e saber adaptá-las ao seu corpo, à sua rotina e à imagem que quer construir.
Porque se vestir bem não deveria depender de sorte.
Você cresceu profissionalmente, sua rotina mudou, começou a frequentar outros lugares, conhecer outras pessoas, mas ainda se veste mais ou menos como há 5, 10, 15 anos.
Percebe que alguma coisa não encaixa, mas não consegue identificar se é a roupa, o caimento, as combinações ou simplesmente a falta de boas referências.
Seu armário não está necessariamente vazio. Talvez esteja até cheio. Mas, na hora H, você acaba recorrendo sempre às mesmas combinações porque são as únicas em que confia.
Não quer decorar regra, acompanhar tendência nem passar meia hora escolhendo roupa. Quer entender o suficiente para fazer boas escolhas e seguir com a sua vida.
Chega de peças que pareciam ótimas na loja e misteriosamente nunca saem do armário. Você quer saber o que procurar, onde procurar e por que comprar.
Sem fantasia de executivo, sem personagem e sem ficar com cara de quem se esforçou demais. Só uma versão mais bem resolvida de você mesmo.
Não precisa. E eu provavelmente vou tentar tirar algumas dessas coisas de você. Se esse é seu objetivo de imagem, melhor procurar outro profissional.
Referência ajuda. Fantasia não. A ideia não é transformar você naquele cara do Pinterest. É entender o que daquele universo funciona na sua vida.
Não acredito muito nisso. Todo homem precisa ter roupa que faça sentido para ele. Sua lista pode ser completamente diferente da lista do sujeito ao lado.
Dinheiro compra roupa boa. Não compra repertório, proporção, coerência nem bom gosto por osmose.
Eu posso facilitar (e muito) o processo. Mas uma boa consultoria também ensina você a tomar decisões melhores sozinho.
Nesse caso, talvez seja melhor a gente nem se conhecer. 👹
Casos reais
Hey :] Camila Teixeira aqui. Há mais de 15 anos trabalho com imagem masculina, e há quase duas décadas, com figurino para publicidade, séries e filmes.
Passei boa parte da minha vida profissional olhando para roupa e fazendo uma pergunta que vai muito além de "isso está bonito?":
Qual história essa imagem está contando sobre essa pessoa?
E trabalhando com homens, percebi outra coisa: eles raramente recebem feedback honesto sobre o próprio visual. Recebem silêncio.
Ninguém avisa que o caimento não está bom. Que aquela combinação envelheceu. Que ele compra sempre mais do mesmo. Ou que a imagem atual não acompanhou o homem que se tornou.
Meu trabalho é justamente enxergar essas coisas. E te falar.
Entender seu corpo, sua rotina, suas referências e o que você quer comunicar, para construir uma imagem que faça sentido para a sua vida real.
Sem inventar personagem. Sem regra sem sentido. E sem passar pano.
Se você quer alguém para dizer que está tudo ótimo, provavelmente já tem amigos e família para isso.
Eu estou aqui para dizer o que pode ficar muito melhor. E te mostrar como.
Serviços
Análise completa da sua imagem, cara a cara. Guarda-roupa, corpo, contexto: tudo decidido com critério, ao vivo.
O mesmo método presencial, à distância. Pra quem tem agenda de executivo e não pode perder tempo com deslocamento.
Eu vou às compras com você. Critério de verdade na hora de decidir o que entra no guarda-roupa de fato.
Antes da câmera ligar, a imagem já precisa estar certa. Curadoria pensada pro que a foto vai comunicar.
Palestra ou workshop pra equipes e lideranças sobre o que a imagem comunica antes de qualquer reunião começar.
Toda semana, um look de referência decomposto em 3 faixas de preço. Pra montar o mesmo visual com o orçamento que você tiver.
Mentoria online em pequenos grupos pra você finalmente descobrir e/ou definir seu estilo com a ajuda da Camila.
Meus clientes têm cláusula de confidencialidade. As histórias são reais. Os nomes, não.
"Preciso te confessar uma coisa: eu tinha uma impressão completamente diferente de você no começo."
"Ele falava como um líder, mas se vestia como alguém muito júnior. O mercado escutava, mas não acreditava."
"Quando ele se viu no espelho, finalmente se reconhecendo, o efeito foi imediato."